sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Corrida armamentista na América do Sul?

Ultimamente vários meios de comunicação tem batida na tecla de que uma corrida armamentista está se desenvolvendo na América do Sul, protagonizada pelo Brasil, Chile, Colômbia e Venezuela.

Muito se falou sobre os gastos da Venezuela nos últimos anos (quem aqui não se lembra dos Sukhoi 30?), nos últimos tempos vimos a notícia da ampliação do plano Colômbia e o anuncio da compra de meia centena de helicópteros e 5 submarinos franceses por parte do Brasil.



A Venezuela vem nos últimos anos fazendo compras e mais compras de armas, os seus petrodolares são investidos em armas russas de grande qualidade e graças a isso ela conseguiu um lugar de destaque no ranking militar do subcontinente

A Colômbia que possui a anos um programa em conjunto com os EUA recebe treinamento e armas dessas superpotencia militar



O Chile, pouco se fala de suas aquisições, graças aos royalities repassados a suas FFAA pelas mineradoras possui uma das mais eficientes forças aéreas da região e sua cavalaria é considerada ímpar no sub-continente



O Brasil é, dentro todos, o que menos pode falar sobre seus vizinhos, já que seu plano de rearmamento ultrapassa em valor o de todos os outros países juntos, some-se a isso o fato de querer desenvolver um submarino nuclear, além do estudo para a compra de 36 caças supersônicos, que podem chegar a mais de 130 num futuro próximo.



O orçamento militar da América do Sul mais do que duplicou na última década e a expectativa é de que aumente mais ainda nos próximos anos, a questão é: Será que todos esses gastos não irão atrapalhar no combate a pobreza e a fome na América Latina?

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